E porque sopa?

Pra você que pensou em sopa de letrinhas, esqueça.

A confusão sobre a origem do nome “Sopa” é comum; então vamos simplificar contando uma história, que é o que adoramos fazer nessa empresa.

Era uma vez um cara que queria saber de onde tudo veio, qual foi a pequena semente ou o ponto de onde tudo partiu. Tudo – estamos falando do tudo. Não é pouco. Daí que esse cara, que por um acaso é o próprio Charles Darwin, chegou à conclusão de que o estado líquido era a grande resposta que estava procurando. Essa é a teoria da sopa primordial.

Pois é, nada de cenouras ou batatas. Muito menos letrinhas. A sopa primordial seria o estado perfeito para as conexões inusitadas e constantes de partículas; e essa teria sido a origem da vida, em um rio inicialmente de águas muito quentes. As contraposições seriam justificadas pelo seguinte: os estados sólido e gasoso não teriam a mesma eficiência para gerar os encontros. O sólido, por ser muito rígido, dificultando que novos elementos fizessem ligações; o gasoso por ser volátil demais, e não se mantém estável o suficiente para que inovações amadureçam e floresçam.

Não queremos discutir a panspermia ou a pizza elementar – o que importa é a brilhante associação de um estado físico da matéria a um estado criativo e criador. O estado líquido ­– ou seja, a sopa – é o ambiente ideal para conexões, desdobramentos e fluidez de novas ideias.

Seja a sopa ou o verbo o princípio de tudo, a questão é que essa ideia tem fundamento em relação à fluidez, e fundamento o suficiente para querermos que esse estado, esse momento, esse comportamento ideal representasse o que queremos – e, o mais importante, o que fazemos.

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